Botelho afirma que vereadora Michelly tem espaço no União Brasil para disputar a ALMT e rejeita liberação
Política POR: Redação
POSTADO EM: 26/02/2026
O deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) reafirmou sua posição contrária à liberação da vereadora Michelly Alencar para deixar a sigla e buscar filiação em outra legenda com o objetivo de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nas eleições de 2026. Para o líder partidário, a parlamentar ainda tem espaço e apoio dentro da agremiação para viabilizar sua candidatura.
Botelho destacou que Michelly foi eleita com a estrutura organizacional e eleitoral do União Brasil e que o partido ainda dispõe de oportunidades para integrar sua chapa proporcional com chances reais de sucesso nas urnas. Segundo ele, a sigla tem trabalhado para montar um grupo competitivo junto ao Progressistas, sob a federação União Progressista, e seria prematuro liberar filiados neste momento.
“A minha opinião é que não deve liberar. Ela ganhou com a estrutura do partido. Ela estava trabalhando dentro do partido, nós colocamos vaga para ela, estamos disponibilizando. Agora, se não estivéssemos disponibilizando e falando que aqui não tem vaga, eu acho que teria que liberar. Mas tem vaga para ela”, afirmou o deputado, ressaltando a confiança da direção na capacidade eleitoral de Michelly Alencar.
A discussão ocorre em um contexto em que a vereadora busca uma carta de liberação para se filiar ao Partido Novo, alinhado a outras lideranças da centro-direita, e assim impulsionar seu projeto político estadual. A eventual saída depende de uma definição formal do União Brasil, que inclusive possui entre seus quadros deputados com mandatos consolidados na ALMT e enfrenta pressão interna sobre a construção da chapa proporcional para o pleito.
Representantes da direção partidária, como a deputada federal Gisela Simona, têm reforçado que o mandato pertence ao partido e que qualquer pedido de desfiliação será analisado à luz da legislação eleitoral — que atualmente não prevê janela partidária para vereadores, tornando o processo ainda mais complexo. Caso a legenda não libere formalmente a parlamentar, ela poderá optar por permanecer na sigla ou abrir mão do mandato para seguir com a candidatura.
A movimentação política vem sendo observada de perto por aliados e adversários, uma vez que a recomposição de chapas e filiações pode impactar a dinâmica eleitoral em Mato Grosso, especialmente na corrida por cadeiras no parlamento estadual.
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