Max Russi nega pressão por vaga de vice, mas reforça força do Podemos para 2026
Política POR: Redação
POSTADO EM: 18/06/2026
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (Podemos), afirmou que o partido não pretende impor condições para fechar alianças visando as eleições de 2026. Apesar disso, ele deixou claro que a sigla possui nomes fortes para disputar a vaga de vice-governador em uma eventual composição.
A declaração acontece em meio às articulações que envolvem o grupo do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), apontado como um dos principais nomes para disputar a reeleição ao Palácio Paiaguás.
Segundo Max, a definição sobre a vaga de vice cabe ao candidato ao Governo, mas o Podemos está preparado para participar das discussões políticas.
“Temos bons quadros e nomes preparados para ajudar a governar Mato Grosso”, afirmou o deputado durante agenda política em Cuiabá.
O Podemos é visto como peça estratégica para a eleição estadual de 2026. O partido vem ampliando sua força política no interior de Mato Grosso e busca aumentar sua bancada tanto na Assembleia Legislativa quanto na Câmara Federal.
Max Russi, que assumiu recentemente o comando estadual da sigla, já declarou em outras ocasiões que o foco principal neste momento é fortalecer o partido e construir chapas competitivas para deputado estadual e federal.
Mesmo descartando interesse pessoal em disputar a vice-governadoria, o presidente da ALMT mantém o discurso de protagonismo político do Podemos nas negociações eleitorais.
Apesar da proximidade entre integrantes do Podemos e do Republicanos, Max afirmou que ainda não houve uma conversa oficial para discutir uma possível aliança com o grupo de Pivetta. Ele destacou que o alinhamento dependerá principalmente do projeto político apresentado para Mato Grosso.
O deputado também é considerado um nome de influência dentro do cenário político estadual por manter diálogo com diferentes grupos, incluindo lideranças ligadas ao senador Wellington Fagundes (PL).
A movimentação dos partidos já intensifica os bastidores da sucessão estadual. Além de Otaviano Pivetta, nomes como Wellington Fagundes, Jayme Campos e outras lideranças seguem sendo citados nas articulações para o Governo de Mato Grosso.
Com isso, a definição das alianças e da composição das chapas deve ganhar ainda mais força nos próximos meses.
Política
ALMT vota empréstimo de R$ 1,5 bilhão de Pivetta com previsão de 60 mil casas populares
TCE-MT aposta em economia de energia para reduzir gastos e reforçar sustentabilidade
Gallo não descarta demissão voluntária em MT, mas diz que medida não é prioridade imediata
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Qual a maior força de um homem?
Mauro Mendes entra na disputa por dois ministérios em eventual governo de Flávio Bolsonaro
Gaeco apura uso de cartas de renúncia e gravações para pressionar vereadores em Várzea Grande
