Rejeição a Lula chega a 55% e Flávio Bolsonaro a 52%, aponta Quaest
Política POR: Redação
POSTADO EM: 16/04/2026
A mais recente pesquisa Genial/Quaest escancarou um dado que pode influenciar diretamente o rumo das eleições presidenciais de 2026: os dois principais nomes do cenário político nacional também lideram os índices de rejeição entre os eleitores.
De acordo com o levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 55% de rejeição, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 52%. Os números colocam ambos como os candidatos mais conhecidos — e, ao mesmo tempo, os mais rejeitados pelo eleitorado brasileiro.
O dado reforça um cenário de forte polarização, em que os nomes mais competitivos também enfrentam resistência significativa. Na prática, isso indica que a disputa eleitoral tende a ser decidida não apenas pela capacidade de atrair votos, mas também por quem consegue reduzir rejeições ao longo da campanha.
Outros nomes testados na pesquisa apresentam índices de rejeição consideravelmente menores. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, aparece com 32%, enquanto o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, registra 31%.
A diferença evidencia um contraste importante: candidatos menos conhecidos tendem a enfrentar menor rejeição, mas também possuem menor alcance eleitoral. Já figuras mais consolidadas, como Lula e Flávio, carregam maior exposição — o que amplia tanto o potencial de voto quanto a resistência entre eleitores.
O levantamento também dialoga com outro dado relevante do mesmo estudo: o cenário de empate técnico entre Lula e Flávio em um eventual segundo turno, com o senador aparecendo numericamente à frente pela primeira vez dentro da margem de erro.
Nos bastidores, a leitura é de que a alta rejeição pode se tornar o fator decisivo na corrida presidencial. Estratégias de campanha devem focar não apenas na conquista de novos eleitores, mas na redução de resistências, especialmente em um ambiente político já marcado por divisões profundas.
A combinação de rejeição elevada e empate técnico indica uma eleição aberta, competitiva e com forte tendência de disputa acirrada até os últimos momentos — repetindo, em parte, o cenário de polarização que tem marcado as últimas eleições no país.
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