Samantha admite mudanças na corrida pela presidência da Câmara de Cuiabá
Baixada Cuiabana POR: Redação
POSTADO EM: 20/05/2026
Samantha Iris afirma que disputa pela Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá ainda segue indefinida e admite possibilidade de mudanças até a eleição.
A vereadora Samantha Iris (PL) afirmou que a disputa pela Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá ainda permanece indefinida e pode sofrer mudanças até a eleição marcada para agosto. A parlamentar avaliou que as articulações começaram de forma antecipada neste ano e defendeu cautela diante do cenário político dentro do Legislativo municipal.
Durante entrevista, Samantha destacou que ainda existem conversas em andamento entre os vereadores e admitiu que novas composições podem surgir nos próximos meses. Segundo ela, o ambiente político dentro da Câmara segue em construção e não há definição consolidada sobre quem comandará a Casa no próximo biênio.
Apesar de considerar o cenário indefinido, a vereadora reforçou apoio à atual presidente da Câmara, Paula Calil (PL), que articula uma mudança no Regimento Interno para tentar disputar a reeleição dentro da mesma legislatura. Samantha afirmou que considera legítima a possibilidade de continuidade da presidente no cargo e elogiou a condução dos trabalhos à frente do Legislativo cuiabano.
Além de Paula Calil, os vereadores Ilde Taques (Podemos) e Dilemário Alencar (União Brasil) também aparecem entre os nomes que articulam candidatura para a presidência da Câmara. Nos últimos dias, Ilde afirmou já contar com 13 votos consolidados e passou a cobrar uma definição sobre a possível mudança no regimento interno da Casa.
Samantha também afirmou que procura manter certa distância das negociações envolvendo a Mesa Diretora para evitar interpretações de interferência do Executivo nas decisões do Legislativo. Além de vereadora, ela ocupa posição de destaque dentro da base do prefeito Abilio Brunini (PL) e recentemente passou a assumir a liderança do Executivo na Câmara.
A eleição da Mesa Diretora tem movimentado os bastidores políticos da capital e ampliado as articulações entre grupos ligados à base governista. A possível mudança no regimento interno para permitir a reeleição de Paula Calil depende de apoio mínimo de 18 vereadores para ser aprovada em plenário.
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