Cuiabá, 2026-04-23T12:39:32

Vice-prefeita defende investigação de ex-secretário acusado de abuso e critica resistência na Câmara

Vice-prefeita defende investigação de ex-secretário acusado de abuso e critica resistência na CâmaraBaixada Cuiabana

POR: Redação

POSTADO EM: 27/02/2026

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Vânia Rosa reforça necessidade de transparência e diz que investigação aprofundada é essencial em suposto caso de abuso envolvendo ex-secretário municipal

A vice-prefeita de Cuiabá, Vânia Rosa (MDB), voltou a defender a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal para investigar o suposto caso de abuso sexual atribuído ao ex-secretário municipal de Trabalho, William Leite de Campos, em um episódio que vem provocando debate político e institucional na capital.

Em entrevista, Vânia Rosa destacou que não vê impedimento legal para que a Câmara instale uma CPI e afirmou que, caso seja necessário aprofundar os fatos, a comissão seria o mecanismo mais adequado para esclarecer a situação com transparência e rigor.

“Procedimentos investigativos fazem parte da rotina institucional e não devem ser encarados como algo excepcional ou escandaloso. Precisamos resguardar para ver se houve ou não houve e apurar os fatos de forma verdadeira”, afirmou a vice-prefeita, que é coronel da reserva da Polícia Militar de Mato Grosso, ao defender que apenas processos internos podem não revelar a realidade completa do caso.

Vânia ressaltou ainda que situações de violência contra mulheres não são incomuns e que investigações rigorosas são fundamentais para que a sociedade e as instituições compreendam os fatos e garantam justiça.

O pedido de abertura da CPI, no entanto, não avançou na Câmara Municipal de Cuiabá, por faltar número suficiente de assinaturas. Dos nove necessários, o requerimento reuniu apenas sete nomes de vereadores, o que impediu a instalação formal da comissão com poderes de investigação mais amplos.

No Legislativo, parte dos vereadores argumentou que a instauração de uma CPI poderia expor a vítima e provocar revitimização, optando pela criação de uma Comissão Especial, que possui menor poder de atuação institucional, mas já atua no acompanhamento dos acontecimentos relacionados ao caso.

Nos bastidores políticos, o episódio aumentou o debate sobre transparência, responsabilidade institucional e proteção de vítimas em casos sensíveis, alimentando discussões sobre como as casas legislativas devem lidar com denúncias graves envolvendo agentes públicos.

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