Reconfiguração na Assembleia fortalece Republicanos e impulsiona MDB em MT
Política POR: Redação
POSTADO EM: 06/04/2026
A reconfiguração partidária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso redesenhou o equilíbrio de forças políticas no Estado e consolidou um novo protagonismo dentro da Casa. Após o período da janela partidária, o Republicanos assumiu a liderança com a maior bancada, seguido de perto pelo MDB, que também ampliou sua presença.
Com cinco deputados estaduais, o Republicanos passou a ocupar o topo da composição legislativa, fortalecendo sua posição estratégica no Parlamento e ampliando influência nas articulações políticas. Já o MDB aparece na sequência com quatro cadeiras, consolidando-se como uma das principais forças da Casa.
A movimentação foi impulsionada por uma série de mudanças partidárias autorizadas pela legislação eleitoral, que permite a troca de sigla sem perda de mandato dentro de um período específico. O resultado foi uma verdadeira “dança das cadeiras”, com impacto direto na correlação de forças no Legislativo estadual.
Entre os movimentos mais relevantes está a filiação de novos parlamentares ao Republicanos, que ampliou sua base e passou a ser tratado nos bastidores como um dos grupos mais competitivos para as eleições de 2026. A legenda, ligada ao vice-governador Otaviano Pivetta, ganha musculatura política em um momento decisivo do calendário eleitoral.
O MDB também saiu fortalecido, especialmente após a filiação de lideranças estratégicas, o que garantiu à sigla a segunda maior bancada da Assembleia. A ampliação reforça o papel do partido nas negociações políticas e na formação de alianças futuras.
Por outro lado, a reconfiguração trouxe perdas para outras siglas, como a federação União Progressista, que perdeu espaço após a saída de parlamentares importantes. O novo cenário mostra uma redistribuição clara de poder, com blocos mais organizados e preparados para a disputa eleitoral.
Na prática, a reorganização antecipa o clima das eleições estaduais de 2026, quando estarão em jogo o comando do Governo, vagas no Senado e a renovação das bancadas legislativas.
A tendência, segundo análise de bastidores, é de uma disputa mais concentrada entre grupos políticos estruturados, com menor espaço para candidaturas isoladas — reflexo direto das mudanças ocorridas dentro da Assembleia.
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