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Pivetta dispara contra Lula, chama governo de “populista” e “gastador” e alerta para risco econômico

Pivetta dispara contra Lula, chama governo de “populista” e “gastador” e alerta para risco econômicoPolítica

POR: Redação

POSTADO EM: 13/04/2026

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O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, elevou o tom das críticas ao governo federal e classificou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como “populista e gastadora”, em um dos posicionamentos mais duros recentes no cenário político estadual.

Durante entrevista, Pivetta afirmou que a condução econômica do país tem sido equivocada e pode comprometer o crescimento e as oportunidades no Brasil. Segundo ele, o governo federal “gasta mal” e adota práticas que, na sua avaliação, levam à deterioração da economia.

Ao detalhar sua avaliação, o governador apontou que o aumento de gastos públicos sem controle compromete o ambiente de negócios e impacta diretamente o setor produtivo. Ele também mencionou os efeitos sobre o crédito, destacando que juros elevados dificultam a vida de pequenos e médios empreendedores.

A crítica se insere em um debate mais amplo sobre responsabilidade fiscal e crescimento econômico, temas que devem dominar o discurso político nos próximos anos.

Apesar do tom crítico, Pivetta fez questão de destacar que manterá uma relação institucional com o governo federal. Segundo ele, o respeito entre os entes federativos é uma obrigação do cargo.

A fala sinaliza uma linha política que combina oposição ideológica com pragmatismo administrativo — estratégia comum entre governadores que dependem de articulação com Brasília para execução de projetos e repasses.

Ao reforçar sua posição, o governador também utilizou o exemplo de Mato Grosso para defender políticas de ajuste fiscal. Ele relembrou medidas adotadas a partir de 2019, classificadas como duras, mas necessárias para reorganizar as contas públicas do Estado.

Segundo Pivetta, o cenário anterior era de desequilíbrio financeiro, com dificuldades para manter serviços básicos, o que justificou as reformas implementadas.

Nos bastidores, a fala é interpretada como mais um movimento de posicionamento político visando o cenário de 2026. A crítica direta ao governo Lula reforça o alinhamento com setores mais à direita e antecipa o tom de confronto que deve marcar o debate eleitoral.

Com isso, o discurso econômico passa a ser um dos principais eixos da disputa, colocando em lados opostos modelos de gestão e visões sobre o papel do Estado na economia.

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