Cuiabá, 2026-07-22T18:13:26

Paula Calil sanciona RGA de 3,89% e garante recomposição salarial na Câmara de Cuiabá

Paula Calil sanciona RGA de 3,89% e garante recomposição salarial na Câmara de CuiabáBaixada Cuiabana

POR: Redação

POSTADO EM: 13/04/2026

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A presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil (PL), sancionou a lei que garante a Revisão Geral Anual (RGA) de 3,89% aos servidores do Legislativo municipal, consolidando uma das principais pautas administrativas da Casa neste início de gestão.

O reajuste contempla servidores efetivos, ativos, inativos e pensionistas vinculados ao Legislativo, com efeitos financeiros aplicados de forma ampla, atendendo a recomposição inflacionária do período.

A medida corrige perdas inflacionárias acumuladas e passa a integrar a política de valorização dos servidores da Câmara. A RGA é um mecanismo previsto para recompor o poder de compra dos salários, sem representar aumento real.

Nos bastidores, a sanção é tratada como uma resposta direta às demandas internas do funcionalismo, que vinha cobrando a atualização dos vencimentos diante do avanço da inflação.

À frente da presidência do Legislativo no biênio 2025-2026, Paula Calil tem buscado consolidar uma gestão voltada ao equilíbrio administrativo e à valorização do quadro funcional.

A aprovação da recomposição salarial também reforça a tentativa da atual Mesa Diretora de manter estabilidade institucional e previsibilidade financeira dentro da Câmara de Cuiabá — considerada a principal estrutura legislativa municipal do Estado.

Além do reajuste, a medida também prevê a regularização de valores retroativos, considerados como passivos de anos anteriores. Com isso, a iniciativa não apenas atualiza os salários, mas também corrige pendências financeiras acumuladas.

O impacto da decisão se estende diretamente à economia local, já que o aumento da renda dos servidores tende a refletir no consumo e na circulação de recursos na capital.

A sanção da RGA ocorre em um momento estratégico, em que o Legislativo busca fortalecer sua imagem institucional e responder a cobranças por eficiência administrativa.

No campo político, a medida também contribui para consolidar a base interna da presidência, reduzindo tensões e ampliando o diálogo com os servidores — fator considerado relevante para a condução da gestão.

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