Max Russi entra em negociação para evitar despejo de mais de 650 famílias em MT
Política POR: Redação
POSTADO EM: 14/04/2026
Presidente da Assembleia Legislativa atua como mediador em conflito que ameaça retirar centenas de famílias de suas moradias.
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi (Podemos), assumiu a linha de frente de uma articulação política para evitar o despejo de mais de 650 famílias envolvidas em um conflito fundiário no estado. A movimentação ocorre em meio ao avanço de decisões judiciais que colocam em risco a permanência de moradores em uma área ocupada há anos, ampliando a tensão social e pressionando o poder público por uma solução imediata.
A intervenção do parlamentar busca construir uma saída negociada entre as partes envolvidas, incluindo representantes das famílias, proprietários da área e órgãos institucionais. Nos bastidores, a estratégia passa por suspender temporariamente qualquer ação de retirada enquanto se discute uma alternativa que evite o agravamento do problema social.
O caso expõe um cenário recorrente em Mato Grosso, onde disputas por terra urbana ou periurbana acabam se transformando em crises humanitárias, com centenas de famílias ameaçadas de perder moradia de forma repentina. A avaliação dentro do Legislativo é de que decisões judiciais, embora legítimas, precisam ser acompanhadas de soluções práticas que considerem o impacto social direto sobre a população.
Max Russi tem defendido que o caminho mais viável é a mediação institucional, com envolvimento do Estado e dos municípios na busca por alternativas como regularização fundiária, reassentamento ou indenizações, dependendo da viabilidade jurídica de cada caso. A atuação do deputado também dialoga com sua trajetória política ligada a pautas sociais e habitacionais, tema recorrente em sua atuação parlamentar.
A tentativa de evitar o despejo em massa também ganha peso político, já que o episódio mobiliza diferentes atores e pode gerar desgaste institucional caso não haja solução rápida. A preocupação central é evitar um cenário de conflito social, com impacto direto na segurança pública e na assistência social dos municípios envolvidos.
Enquanto as negociações avançam, as famílias seguem em situação de incerteza, aguardando uma definição que pode alterar completamente suas condições de vida. O desfecho do caso deve depender da capacidade de articulação entre Judiciário, Legislativo e Executivo, em um tema que envolve não apenas direito à propriedade, mas também o direito à moradia e à dignidade.
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