Wilson prevê derrota de Jayme no União e crava apoio a Wellington
Política POR: Redação
POSTADO EM: 17/04/2026
O deputado estadual Wilson Santos (PSD) elevou o tom das análises sobre o cenário político em Mato Grosso ao prever uma derrota do senador Jayme Campos (União Brasil) na convenção partidária que definirá o candidato ao Governo do Estado.
Na avaliação do parlamentar, o ambiente interno do União Brasil não favorece Jayme, que enfrentaria resistência dentro da própria sigla. Caso o cenário se confirme, Wilson acredita que o senador deverá redirecionar seu apoio político, possivelmente ao senador Wellington Fagundes (PL), nome já consolidado na disputa majoritária.
A declaração foi feita em meio ao acirramento das articulações para 2026, período em que partidos intensificam negociações e medem forças internas. Para Wilson, o comportamento político após uma eventual derrota seguiria uma lógica pragmática: apoiar qualquer alternativa viável, desde que não represente o grupo responsável por sua derrota dentro do partido.
Nos bastidores, a fala expõe o nível de tensão dentro do União Brasil, onde diferentes correntes disputam protagonismo e tentam influenciar a definição do candidato ao Palácio Paiaguás. A convenção partidária, nesse contexto, passa a ser vista como um divisor de águas para o futuro político de Jayme.
O cenário também reforça a fragmentação do bloco político que hoje domina parte das articulações no estado. A falta de consenso interno pode abrir espaço para candidaturas adversárias ganharem força, especialmente em um ambiente onde nomes como Wellington Fagundes aparecem com capilaridade eleitoral e presença consolidada.
Além disso, a possível migração de apoio evidencia uma tendência recorrente na política estadual: alianças moldadas menos por afinidade ideológica e mais por viabilidade eleitoral. A lógica é clara — sobreviver politicamente dentro de um cenário cada vez mais competitivo.
A projeção feita por Wilson ocorre em paralelo a outras análises dentro do meio político, que apontam risco de divisão no grupo caso não haja alinhamento entre lideranças. Esse racha pode ser determinante para o resultado final da eleição, influenciando diretamente a configuração do segundo turno e o equilíbrio de forças no estado.
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