Pivetta limita recursos para shows e festas e defende prioridade em áreas essenciais
Política POR: Redação
POSTADO EM: 21/04/2026
O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), adotou um tom direto ao justificar a decisão de restringir gastos públicos com shows e limitar a destinação de emendas parlamentares para eventos festivos no estado. Em meio ao debate político, ele deixou claro que esse tipo de investimento não está entre as prioridades da gestão.
A medida ocorre em um cenário de revisão de despesas e busca por maior controle sobre a aplicação dos recursos públicos. Pivetta afirmou que não vê com bons olhos a utilização de dinheiro estatal para financiar festas, reforçando que a prioridade deve estar concentrada em áreas consideradas essenciais para a população.
A decisão também dialoga com mudanças recentes na legislação estadual, que alteraram as regras para contratação de eventos artísticos com recursos públicos. A nova norma retirou do chefe do Executivo a decisão isolada sobre liberações acima do teto e transferiu a responsabilidade para um conselho, ampliando o controle e a transparência sobre esses gastos.
Nos bastidores, a iniciativa gerou reação entre parlamentares, especialmente aqueles que utilizam emendas para viabilizar eventos culturais e festividades em seus redutos eleitorais. A limitação imposta pelo governo é interpretada por parte da classe política como uma mudança de postura que pode impactar diretamente a relação entre Executivo e Legislativo.
Pivetta, no entanto, sustenta que a decisão segue uma lógica de responsabilidade fiscal e de priorização de investimentos estruturais. A avaliação interna é de que o momento exige cautela, sobretudo diante de demandas crescentes em setores como saúde, infraestrutura e assistência social.
O episódio expõe mais uma frente de tensão política no estado, evidenciando o choque entre a agenda de contenção de gastos do governo e os interesses regionais defendidos por deputados. A tendência é que o tema continue no centro do debate, especialmente com a proximidade de novos ciclos eleitorais, quando o uso de emendas ganha ainda mais relevância estratégica.
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