À frente do Podemos, Max Russi aposta em bancada forte e disputa vagas na majoritária
Política POR: Redação
POSTADO EM: 09/02/2026
Presidente da Assembleia Legislativa aposta na força da chapa estadual como estratégia para garantir protagonismo nas disputas ao Governo e ao Senado em Mato Grosso.
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi, deixou claro que o Podemos entra no jogo eleitoral de 2026 com metas agressivas. Prestes a assumir oficialmente o comando da legenda, no dia 7 de março, ele projeta a eleição de pelo menos seis deputados estaduais e avalia que uma bancada robusta será determinante para garantir espaço nas chapas majoritárias.
Com a experiência de quem já enfrentou cenários considerados adversos em eleições anteriores, Max minimiza o ceticismo em torno da meta e cita o histórico do seu grupo político, especialmente o desempenho em Cuiabá, como base para sustentar o planejamento eleitoral.
Para o parlamentar, fortalecer a bancada estadual não é apenas uma meta numérica, mas uma estratégia política. Segundo ele, o crescimento do partido no Legislativo cria condições reais para negociar participação nas disputas ao Governo do Estado e ao Senado.
“A política não aceita espaço vazio. Se você larga, alguém toma. O projeto principal é eleger seis estaduais, anotem aí. Se dentro disso tivermos suplência, vice ou outros espaços na majoritária, isso vai motivar nossa chapa a trabalhar ainda mais”, afirmou.
Russi também reconheceu que a formação da chapa para deputado federal será o maior desafio do partido em 2026. Com apenas nove vagas em disputa em Mato Grosso e um quociente eleitoral elevado, estimado em cerca de 250 mil votos, ele avalia que não há margem para erros na composição.
Nesse cenário, o deputado reforçou a importância de construir uma chapa competitiva, especialmente no que diz respeito à participação feminina. Segundo ele, o partido busca mulheres com votação consolidada e representatividade real, e não apenas nomes para cumprir a cota exigida pela legislação eleitoral.
Max avalia ainda que, assim como ocorreu em eleições passadas, a rigidez das regras eleitorais deve concentrar a eleição de deputados federais em poucos partidos. Na projeção dele, apenas três ou quatro legendas devem conseguir alcançar o quociente necessário para eleger representantes em Mato Grosso.
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